São as nuvens mesmo de algodão!?
Se não; de que será serão?!
Se são,
Quero nelas morar
(confortavelmente meu esqueleto nelas enterrar)
Daí a viagem será serão..
consequência(s)
afluência(s)
Delícias da desgraça
Virtudes da descrença
O que vier virão
Minha mítica mística ítaca
que voa à toa displicente
Abutre que se debate que se debuta que se vê puta
Abutre que se vinga que me xinga que me nutre
Ulísses uivou, num crescendo, para uma lua crescente.
Destinado a errar pela rua..
Deste lado a verdade sempre nua
sempre tua sempre crua
Sonho de dia
de noite semi-morte
Com(o) um sopro
a vida,
e as nuvens,
passarão.
Um, dos Anjos (de)caído,
de nome Augusto disse
um dia redimido:
"Ah!Um urubu pousou
na minha sorte!"
5 x Palavra & desde 1975_Espalhe Espelhe Expila Explique Replique Duplique Triplique Publique a PALARVA_!!!
segunda-feira, 14 de outubro de 2013
O Estado Crítico Da Poesia!
O crítico vidente julga evidente
coisas que o autor sequer- ou não quer-
desconfia-
Poderia!?
Freud que se foda.
Freud que me morda.
Freud que se explique.
O poeta, de todo, de nada;
Deveria.
O autor nem sabia que esse crítico
vivia- elipsexistia!?
Quanto mais leio teoria
menos gosto, na prática-
Da práxis que é afinal, o que escrevo; enfim.
À ninguém nada não devo.
E se chegar a ter um dia, um só leitor..
A ele somente- só minto- reservo o direito,
e o esquerdo, de pensar sobre o que escrevo.
O que bem entender, ou o que mal chegar; a compreender.
O crítico que leia o inconsciente coletivo - com (d)efeito- dos que estão mortos.
Não dos que estão vivos!
coisas que o autor sequer- ou não quer-
desconfia-
Poderia!?
Freud que se foda.
Freud que me morda.
Freud que se explique.
O poeta, de todo, de nada;
Deveria.
O autor nem sabia que esse crítico
vivia- elipsexistia!?
Quanto mais leio teoria
menos gosto, na prática-
Da práxis que é afinal, o que escrevo; enfim.
À ninguém nada não devo.
E se chegar a ter um dia, um só leitor..
A ele somente- só minto- reservo o direito,
e o esquerdo, de pensar sobre o que escrevo.
O que bem entender, ou o que mal chegar; a compreender.
O crítico que leia o inconsciente coletivo - com (d)efeito- dos que estão mortos.
Não dos que estão vivos!
quarta-feira, 9 de outubro de 2013
Dê uma chance à Guerra!
Como dormir sossegado?
Sabedor de que o homem
é o gado...
(o homem é o lodo do impróprio homem)
Que 45 milhões vivem como refugiados
Que + de 1 bilhão nada não come...
Que o inimigo está dentro
e não ao lado-
Que o perigo mora ao largo.
Que ainda assim 'todos' dormem toscos os dias
imunes, indiferentes...calados...
Podes crer
Podes ver
Podes ser
Podes ter...
Certeza!
De que a paz
não me acalma
De que a 3ª Guerra Mundial
Será a da Alma!!!
De que o amigo
de meu inimigo
será meu amigo
Que a hipocrisia
encontra refúgio
Mas jamais - em mim-
encontrará
abrigo!
Sabedor de que o homem
é o gado...
(o homem é o lodo do impróprio homem)
Que 45 milhões vivem como refugiados
Que + de 1 bilhão nada não come...
Que o inimigo está dentro
e não ao lado-
Que o perigo mora ao largo.
Que ainda assim 'todos' dormem toscos os dias
imunes, indiferentes...calados...
Podes crer
Podes ver
Podes ser
Podes ter...
Certeza!
De que a paz
não me acalma
De que a 3ª Guerra Mundial
Será a da Alma!!!
De que o amigo
de meu inimigo
será meu amigo
Que a hipocrisia
encontra refúgio
Mas jamais - em mim-
encontrará
abrigo!
quinta-feira, 3 de outubro de 2013
´Antena da Raça`!? *
Ezra
era mesmo
o leitor d´uma era!
De todos os lances
De todos os dados
-les hasard-
Traduzido por:
O Azar!
Ou até o sim; não
se tornar..
todos os transes
todas as transas
todas as fomes
todos os nomes
todas as tranças
todas as danças
todas as panças
todos os garbos
todos os rabos
todos os rasgos
todos os tragos
todos os trasgos
todos os estragos
todos os tédios
todos os remédios
todos os pequenos
todos os grandes
&
todos os médios
todos os mistérios
todos os cemitérios
todos deletérios
todos os nadas
todos os tudos
todos os estudos
todos os escudos
todos os ex-mudos
todos os túmulos
todos os cúmulos
todos os sumos
`Chaucer maior que Shakespeare!`
Mas mais erra ezra
Ao por antenas no poeta
O poeta tem é tetas!
de onde todas as bestas
sugam sua seiva
rugem sua selva
urgem sua relva
relam sua vulva
A vagina um meio ácido
O cérebro um meio flácido
Não! Ivo não viu a Uva!"
Ao poeta
A antena
serve
como luva.
era mesmo
o leitor d´uma era!
De todos os lances
De todos os dados
-les hasard-
Traduzido por:
O Azar!
Ou até o sim; não
se tornar..
todos os transes
todas as transas
todas as fomes
todos os nomes
todas as tranças
todas as danças
todas as panças
todos os garbos
todos os rabos
todos os rasgos
todos os tragos
todos os trasgos
todos os estragos
todos os tédios
todos os remédios
todos os pequenos
todos os grandes
&
todos os médios
todos os mistérios
todos os cemitérios
todos deletérios
todos os nadas
todos os tudos
todos os estudos
todos os escudos
todos os ex-mudos
todos os túmulos
todos os cúmulos
todos os sumos
`Chaucer maior que Shakespeare!`
Mas mais erra ezra
Ao por antenas no poeta
O poeta tem é tetas!
de onde todas as bestas
sugam sua seiva
rugem sua selva
urgem sua relva
relam sua vulva
A vagina um meio ácido
O cérebro um meio flácido
Não! Ivo não viu a Uva!"
Ao poeta
A antena
serve
como luva.
HellCéU!
Arranquei afora-
a cabeça oca,
e ficou de fora
a careta louca.
suscitou a forma
de ternura pouca
O MUNDO NUNCA SERÁ
UM LUGAR MELHOR!
Ser humano
Animal menor-
Prefiro|Presinto
_morrer só_
fato estranho
fardo´entranho`
fogo-fátuo interno
Termino o poema
pra não rimar
com inferno!
a cabeça oca,
e ficou de fora
a careta louca.
suscitou a forma
de ternura pouca
O MUNDO NUNCA SERÁ
UM LUGAR MELHOR!
Ser humano
Animal menor-
Prefiro|Presinto
_morrer só_
fato estranho
fardo´entranho`
fogo-fátuo interno
Termino o poema
pra não rimar
com inferno!
InfelizCidade! *
De todas as gentes
que vem
De todas as festas
que tem
De todas as carnes moídas
que saem de todas as frestas
todas as curvas
todas as arestas
todos os caixeiros viajantes mortos
todos os homens que viraram suco
todos os produtos
e seus subprodutos
todo ódio
todo lucro
todo o tédio
todo o muco
Como um sol que se escolhe lua
ao se apagar a luz
(ao não se pagar a conta de luz)
Como bambu que se enverga
mas não se entrega
não se reduz
não se enxerga
não reluz
Como a madeira
que morre na fogueira
mas não vira cruz!
A cidade é um meio ambiente
inteiramente infeliz..
O mais caro metro CUadrado
de um lugar que nunca quis.
que vem
De todas as festas
que tem
De todas as carnes moídas
que saem de todas as frestas
todas as curvas
todas as arestas
todos os caixeiros viajantes mortos
todos os homens que viraram suco
todos os produtos
e seus subprodutos
todo ódio
todo lucro
todo o tédio
todo o muco
Como um sol que se escolhe lua
ao se apagar a luz
(ao não se pagar a conta de luz)
Como bambu que se enverga
mas não se entrega
não se reduz
não se enxerga
não reluz
Como a madeira
que morre na fogueira
mas não vira cruz!
A cidade é um meio ambiente
inteiramente infeliz..
O mais caro metro CUadrado
de um lugar que nunca quis.
Assinar:
Postagens (Atom)